segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010


Imagine me and you, I do. Amo estar com você meu amor... TE AMOOO!!!!!
Ai ai ai... "...não fale desse jeito comigo que eu não gosto, eu tô pedindo calma com alma carregada..."

Às vezes precisamos parar pra pensar se estamos mesmo certos ou errados. Atitudes ou até mesmo pensamentos ingênuos te tornam uma pessoa aparentemente... Tem coisa que não há como explicar. Se algo te ofende ou indiretamente agride, eu deixo pra lá, embora que eu fique chateada por provocar isso em você, mesmo sem intenção. Sei que de vez em quando acabo agindo de maneira individual, mas não é por maldade. Desculpa por isso... BOA NOITE!

DE QUE VALE SEU CABELO LISO E AS IDÉIAS ENROLADAS DENTRO DA SUA CABEÇA???

"... quero beijos sem tréguas, quero sete mil léguas sem descansar. Quero ver se você tem atitude e se vai me encarar ..."

" Cada um de nós é único, com um temperamento original relativo às necessidades essenciais do progresso pessoal e coletivo. Quem resolve seguir o modelo se ilude bloqueando a expressão de sua alma, criando insegurança, doença, desilusão e sofrimento." Luiz Gaparetto

"... olha que coisa mais linda, mais cheia de graça... " BiH...
...cada vez que o vento toca meu rosto eu sinto seu amor junto com ele. Minha mente localiza a sua e te traz para mim. Meus pensamentos te focam da maneira mais arrebatadora que conseguem.
Então percebo que estou mergulhada na mais intensa paixão. Sinto-me provocada por sensações e desejos incontroláveis... SAUDADES!!!
"...viver a vida com emoção, levar a sério as coisas do coração. Ser feliz, feliz... "

Hoje estou de bem comigo mesma... Os pensamentos já me puxaram para dúvidas e "será's". Olho para os dois lados e e fico feliz por me centrar nas certezas e não nas dúvidas. Cada lembrança reconstruída em meu pensamento me afasta ainda mais de meu passado... O lance da vida é esse mesmo, lembrar do passado(já que não podemos apagá-lo da nossa mente),vibrar o presente e sentir atração pelo futuro!
É isso... Boa semana!
Bjoooosssssss...

A Viagem

Através da janela eu espiava as estrelas que brilhavam cintilantes naquele dia de céu escuro. Filmes desconexos passavam apressados pela cabeça, e a paisagem lá fora, as árvores do cerrado que eu tanto apreciara das outras vezes, se afiguravam sombrias, emudecidas. Nesses momentos é comum refletir sobre a vida, fazer planos, ter saudade dos que ficaram na rodoviária com lágrimas nos olhos.

O passageiro ao meu lado abre e começa a devorar o pacote de biscoitos de polvilho, não sem antes ter-me oferecido alguns, com a boca já cheia. A criança inquieta que viajava ao lado da mãe, nas poltronas da frente, também decide abrir o saquinho de batatas; quase ao mesmo tempo em que o rapaz de boné que dormira com o discman ligado despertou e desembrulhou logo um bombom. Aquele silêncio de morte fora interrompido pelos insistentes maxilares daqueles viajantes. Meus pensamentos à mil e meu estômago embrulhando com todo aquele cheiro de comida industrializada.

Eu ali, com vontade de chorar por todos os motivos do mundo. Um nó prende a voz na garganta. Não me permito esboçar nenhuma dor ali, no meio de tantos desconhecidos. Uma possibilidade se apresenta de súbito: e se outra fatalidade acontecesse naquele exato momento? Se houvesse uma colisão entre o ônibus e um outro veículo de dezenas de toneladas?

Nem uma nuvem no céu. Após a tétrica viagem mental que fiz, faço questão de esfregar bem os olhos e certificar-me de que todos estão bem. Vivos. Respirando. Numa das poltronas lá na frente um senhor muito bem vestido lê. A maioria apenas dorme. Sou tomada de novo pelo mesmo pensamento pavoroso; se algo acontecesse e morrêssemos todos juntos, para onde iríamos, afinal? Seria possível encontrar os entes queridos que já partiram há muito? E os que partiram há pouco, de surpresa, cuja perda parece nem ter sido registrada pelos sentidos, que parecem anestesiados? Há de fato alguém nos esperando em algum lugar? Com vestimentas claras, feições angelicais e tempo infinito para nos explicar pacientemente os mistérios inacessíveis aos mortais da Terra?

Não tenho medo da morte. Tenho medo da solidão. Não essa solidão a que já nos acostumamos; de ver rostos mas desconhecer as identidades, os desejos, os defeitos, a essência. Acostumei-me a ver sem enxergar. Todos nos acostumamos. Falo da solidão absoluta; da completa impossibilidade de comunicar-me; manifestar sentimentos; tocar e poder perceber as coisas. Choro. Começo a soluçar. Como criança, exteriorizo todo o pesar da perda, e a angústia que fustigava meu peito. Olhares discretos e prestativos são dirigidos a mim. Não pronunciei palavra, mas foi como se naquele momento todos ali soubessem o motivo exato do meu choro; complacentes, como se dispusessem-se a dividir aquela dor comigo.

Da janela entreaberta um vento calmo toca meu rosto. Fui placidamente respondida. Nunca estamos sozinhos.

Ana Angélica Martins

Pois é... aki está um pouco da nossa admirável morango.

bjooOoOoO.........

domingo, 14 de fevereiro de 2010

... e seus fãs crescem e seu jeito nos conquista cada vez mais!
FORÇA MORANGO.........

sábado, 13 de fevereiro de 2010


Às vezes parecemos crianças quando juntas. Sorrisos, brincadeiras sem fim e trocas de tudo...
Perco a cabeça quando vc faz assim... Mas me recoloco no lugar quando olho pro seu rosto.



Jah começou a festa do BBB10... Karaokê na laje... Ainda tah todo mundu cumendo!!!
Angélica tah linda... Logo no começo ela e Lena dicutem sobre o mal entendido do vestido...
Fala sério. Se toca Lena!
Estou aki enquanto minha namorada dorme... Quanto sono hein minina???
Morango....... Esse BBB é seu!

My PrEtTy GiRlFrIeNd!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

" ...somos um barco no meio da chuva, um edifício no meio do mundo fortes e unidos como a imensidão... "

E então... um novo blog!!!

" O que te move no mundo? Não importa aonde, o importante é ir. "